Semana dedicada as baquetas.

Essa semana não foi muito produtiva para a leitura. Pratiquei muito pouco, deixei as letras de lado para me dedicar aos estudos de bateria. Neste sábado fizemos um ensaio em estúdio e o resultado foi muito bom, conseguimos tocar 3 músicas legais (Supersonic do Oasis, Ticket to Ride dos Beatles e Another Brick in the Wall do Pink Floyd). Todas fáceis para tocar na bateria, mas muito legais para tocar.

A música participa da minha vida há muito tempo, só agora consegui realizar o sonho de tocar um instrumento e a idéia é estudar a sério este instrumento para que no futuro eu possa tocar músicas mais elaborados que fazem parte do meu playlist. Gosto muito e me sinto bem tocando música, este “hobby” já está incorporado e espero que dure por muito tempo.

Livro | A Cabana | William P. Young

acabana

Este livro não estava na minha lista e até pouco não conhecia a obra. Indicado por um amigo meu, que teve a indicação da própria mãe para ler o livro, não resisti e comprei uma edição para presentear esse meu amigo. Na semana seguinde, minha curiosidade foi mais forte e quando passei em frente da parede de livros na FNAC comprei uma cópia.

Dei de presente para minha esposa, ela começou a ler e não gostou deixou o a ficção de lado. Foi então que peguei o livro para ler e devorei em dois dias o livro que vendeu mais de 2 milhões de cópias no mundo e está virando uma verdadeira febre internacional.

Confesso que a obra me fez pensar bastante sobre alguns assuntos de minha vida, e na forma que encaro algumas situações. As linhas são controvérsias e há muita crítica disponível sobre o livro. Deixarei os principais links sobre A Cabana neste post. Não vou recomendar o livro, mas aconselho a pesquisar nas criticas antes de comprá-lo.

http://theshackbook.com/

http://veja.abril.com.br/081008/p_178.shtml

http://mastigue.com/2008/11/17/na-mesa-a-cabana/

http://www.nytimes.com/2008/06/24/books/24shack.html

http://www.guardian.co.uk/books/2008/jul/29/fiction1

Desta forma minha lista de leitura fica assim:

– Outliers – Fora de Série | Malcolm Gladwell | OK

– O Leitor | Bernhard Schlink | OK

– A Metamorfose | Franz Kafka | OK

– A grandeza de cada dia | Stephen Covey | OK

– O ano do pensamento mágico | Joan Didion | OK

– O Mago | Fernando Morais | OK

– O Alienista | Machado de Assis | OK

– A Cabana | William P. Young | OK

– A Bola de Neve – Warren Buffet | Alice Schroeder | Em leitura

– Blink | Malcolm Gladwell | Em leitura

– O Castelo | Franz Kafka | Em leitura

Wall Street Journal | Best-Selling Books

Idéias | Direito Autoral

Conversando com um grupo de amigos no almoço, um assunto polêmico veio à tona com muita força. Dessa vez começou com o produto audiolivro, que alguns amigos estão ouvindo e pagaram pelo CD nas livrarias e outros baixando em sites com bit torrent.

E aqui que entra a questão da pirataria e a conversa vai longe e totalmente apimentada com posições contrárias e acusações de pirataria entre partes. A conversa convergiu para uma pergunta, é pirataria comprar um livro e emprestar para um amigo? Desta forma o comprador não está ganhando nada com o empréstimo, mais uma pessoa entra em contato com a obra, porém não paga nada para o autor. É possível encaixar essa situação no ato de fazer downloads de músicas em sites não autorizados sem pagar nada? De certa forma sim.

Conforme a evolução da conversa, surgiu um contra-ponto para essa questão, o problema é reproduzir uma obra em larga escala para empréstimo ou venda. Não existe no mundo virtual a dificuldade de reproduzir  produtos como livros e cd´s que existe no mundo real. Foram vários minutos de discussão e não foi possível chegar no concenso com 7 pessoas, imagine discutir esse assunto em esferas mercadológicas e governamentais?

No entanto uma proposta agradou algumas pessoas, a idéia de pagar diretamente para o autor pelo primeiro contato com a obra, idependente do meio físico, se por empréstimo ou aluguel. Baseado na idéia do RadioHead quando a banda inglesa colocou um de seus CD´s recentes a disposição na internet e as pessoas poderiam pagar ou não e a quantia que bem entendessem. Esse é o príncipio do “Fee pela obra ao autor”.

Proposta de complexa implantação pois não a forma de controle, nem mesmo parâmetros para estabelcer preços. Se mudarmos o anglo de visão, talvez essa seja a ação que se encaixe com a realidade cada vez mais usuária de um mundo digital, onde a liberdade e as possibilidades estão muito além de nossa compreensão.