O que fazer na crise?

O que fazer na crise? Não consigo parar de pensar sobre esta questão e estou muito propenso a seguir um caminho trilhado por inúmeras almas, Carpe Diem!

Carpe Diem é uma frase em latim de um poema de Horácio, e é popularmente traduzida para colha o dia ou aproveite o momento. É também utilizado como uma expressão para solicitar que se evite gastar o tempo com coisas inúteis ou como uma justificativa para o prazer imediato, sem medo do futuro. (Fonte: Wikipedia)

Quanto mais eu penso, maior é a vantagem que a abordagem “viver o momento” apresenta sobre as outras estratégias. Não é “chutar o pau da barraca” ou qualquer outra forma de irresponsabilidade sobre o futuro, trata-se de saborear o momento, aproveitando intensamente o que o “dia” tem a oferecer. Existem milhares de artigos e obras sobre como fazer isso, mas acredito que a descoberta é muito particular e depende da postura e escolhas individuais.

Não quer dizer que funciona para todos, ou que é possível cada ser humano alcançar essa “iluminação”. Trata-se de existir uma maneira baseada na “simplicidade” para alcançar “felicidade” e para mim isso soa como boa música. Culturas milenares apontam tal abordagem como forma de atingir a felicidade,  em muitos casos apresentam “ferramentas” para aproximar pessoas ao “presente”. Meditação é uma destas ferramentas.

Para resumir e tentar responder a pergunta, o que fazer na crise? Um caminho é aproveitar melhor todos os dias, considerando cada um dos dias do ano como “únicos”. Nunca mais existirá o dia 10/03/2009! Esse dia é único e poderia ser aproveitado como tal. Essa conexão com o presente pode aliviar a ansiedade criada sobre previsões do futuro, baseadas em premissas ou fragmentos de verdade, das quais muitas vezes não há controle sobre. Se não há controle sobre inúmeros acontecimentos, para que antecipar sofrimento (em forma de ansiedade e stress?) que pode nunca transformar-se em realidade?

Voltar as atenções ao  presente pode ser uma alternativa viável e eficaz contra a “insegurança” incentivada persistentemente pelas especulações forjadas na crise. No meu caso está funcionando, e se o pior acontecer estarei seguro que fiz meu melhor, dentro do meu raio de ação para reduzir riscos e efeitos.

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