Verao, sol e mar!

Ferias de verao, uma maravilha. Muito sol em Porto de Galinhas, muita diversao nas piscinas dos hoteis da regiao. Nesse cenario paradisiaco passo ferias com minha familia depois de muitos meses de trabalho, arrisco dizer que eh um descanso merecido.

Para manter em dia uma das minhas resolucoes de 2009, escrever diariamente, segue uma passagem sobre minhas ferias.

“Estou na beira da piscina, linda e iluminada. E noite e a brisa do mar qu refresca as noites de Recife, chega em meu rosto para me lembrar que estou a beira mar. O bar dentro da piscina esta tocando musica brasileira de primeira qualidade, para compor o cenario. Palmeiras enormes estao dsitribuidas nas ilhotas da enrome piscina do hotel, o ceu azul inspira e as estrelas divertem os olhos, brilhantes e solitarias. Ate mesmo o reflexo das luzes dos quartos na piscina diverte e distrai, afinal estou de ferias e cada minuto eh precioso e deve ser saboreado nos detalhes.

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Afinal, o que é um Netbook

What is a Netbook?
At first there appeared to be a semblance of agreement on what made a Netbook different, and its own category of computer. Intel launched the category with its Atom processor, which promised less computing power, but for far less cost. One Laptop Per Child and Intel led the way with low-cost notebooks intended for developing nations. But Asus broke the category open for consumers in late 2007 with its Eee PC, at first equipped with a tiny 7-inch screen, little chiclet keys, solid-state memory, and Linux instead of Windows.
Much has changed since then. A year later we have almost as many interpretations of a Netbook as we do manufacturers. Dell defines Netbook differently than Sony, who sees the market in a way that Acer and Hewlett-Packard do not. (And Toshiba refuses to see any Netbook market at all–at least in the U.S.)
Acer and Asus essentially agree on what a Netbook is: a low-power notebook with a 9-inch screen with a price point between $300 and $400. They’re not meant for much beyond connecting to the Web. Those two Taiwanese manufacturers were first to market and have been rewarded handsomely for their efforts, capturing the majority of Netbook market share early on. Acer has done particularly well in Europe.
In late summer, Dell, the largest PC maker in the U.S. and the second largest worldwide, threw its hat into the ring, apparently to defend its territory. The Dell Inspiron Mini 9 was a normal Netbook, but the subsequent Mini 12 was puzzling. By grouping it with the Mini line it’s being sold as a Netbook, but the 12-inch screen size is bumping up dangerously close to smaller traditional notebooks. At just under $600, it also appears to compete with the $699 Dell Inspiron 15.
Each PC vendor is trying to mold the Netbook trend in a way that fits with their own product line. Companies like HP are trying to draw a distinction between Netbooks through software: The Mini 1000 MIE has a custom interface designed to hide the fact that it’s essentially a Linux device. Sony’s also putting its touch on the idea, with the Sony Vaio P Lifestyle PC, an expensive device not aimed at the masses.
By each company tweaking their Netbooks a little here and a little there in the name of differentiating and adding more features that consumers want or expect, they’re basically creating something that looks like yet another notebook PC.

At what cost?
Dell VP of Consumer Sales and Marketing Michael Tatelman insisted at CES last week that it’s “still too early to tell” if by selling Netbooks it is drawing customers away from buying traditional notebooks, which cost more and offer manufacturers higher margins.
“In some places it’s a way to acquire new customers faster, in some places it’s a companion device, and in some places it’s a primary computer,” Tatelman told a crowd of journalists while introducing the company’s third Netbook, the Inspiron Mini 10 last week.
HP also insists Netbooks and notebooks are very separate. To which former Seagate CEO William Watkins promptly snorted and rolled his eyes at the idea in an interview last week. He summed up how the category’s naysayers feel, saying, “A Netbook is just a low-end notebook.”
By the midpoint of this year we’ll be able to assess the damage the Netbook craze has done to traditional notebook revenues, said NPD’s Baker. “We know there will be some (cannibalization), but we’ll find out just how much.”

By Erica Ogg

Classes populares sem blá, blá, blá

Por Sandra Turchi*

Muito temos ouvido sobre como alcançar o público de baixa renda nas nossas ações de marketing, mas ainda há um longo percurso a ser traçado para entender sua dinâmica.

Há inúmeras empresas se preocupando em criar itens diferenciados, com quantidades menores, novas embalagens, para assim reduzir o valor dos produtos. Há muitos acadêmicos pesquisando e teorizando sobre o assunto, definindo perfis, criando modelos, etc. Mas isso é pouco, muito pouco, pois continua existindo uma distância enorme entre essas ações e a realidade que cerca essas pessoas, na verdade, existe um grande abismo entre aquelas que desenham essas estratégias e as que as consomem.

Apesar da realização de inúmeras pesquisas voltadas para penetrar nesse mundo, por meio de quaisquer métodos, sejam entrevistas ou por uma “falsa” convivência com as famílias de baixa renda, a distância quilométrica ainda permanece. Esse abismo se reflete em diversos pontos de ‘não-contato’, como a cultura, o vestuário, o gosto musical, a estética, os lugares freqüentados, enfim, quase tudo é diferente. E obviamente isso interfere na forma como consomem produtos, crédito, serviços e cultura.

Basta observar as construções de casas na periferia da cidade para se perceber uma estética completamente diferente, com pouca preocupação com o visual, até mesmo porque não há verba disponível para se elaborar uma decoração, por exemplo. Ou então observe a multidão de trabalhadores apinhados dentro dos trens da cidade, indo para os seus respectivos trabalhos. Veja o que eles vestem, veja o que eles levam nas bolsas, ou sacolas. Veja como eles se alimentam, o que levam nas marmitas, veja como falam e como se comportam.

É preciso colocar o olhar muito mais próximo da realidade da vida dessas pessoas, do que apenas ler um relatório ou ver uma apresentação fria de alguma pesquisa, usando seu relógio Longiness, com seu terno Armani, indo trabalhar no seu Audi, almoçando em algum restaurante fino do Itaim.

Para conhecer esse público, de verdade, as empresas poderiam contratar pessoas provenientes desses grupos para integrar suas equipes e trazer essa realidade para dentro da empresa, decifrando um pouco mais desse grande labirinto. Mas é claro que isso é bem difícil, não é?! Até mesmo porque, essas pessoas têm um nível de escolaridade mais baixo, o que dificulta a convivência, em alguns casos, gerando até certa intolerância por parte dos atuais membros do time! Além disso, como foi dito acima, esse grupo tem gostos e hábitos bastante diferentes, o que, mais uma vez, impacta na convivência, tornando-a mais complexa. Outras vezes exige que a empresa complemente sua formação, para preencher certas lacunas.

Não quero que minhas palavras pareçam preconceituosas, mas essa é a realidade: enquanto continuarmos a tratar esses grupos como: “eles lá, nós cá”, tudo continuará parecendo muito falso. A receita não é fácil, mas é necessária.

* Sandra Turchi é Superintendente de Marketing a Associação Comercial de São Paulo.

Mundo do Marketing: Publicado em 2/12/2008

Para apagar fogo, use gasolina!

Ouvi essa expressão hoje e chamou minha atenção. Confesso que ultimamente utilizo essa “estratégia” para resolver tudo na minha vida. Já aconteceu com você leitor um problema de pós-venda, que naquela famosa ligação para o “call center” a atendente manda aquela desculpa esfarrapada e o problema continua intacto? Muitos pensam “pra que brigar com ela, não vai adiantar nada, mesmo porque não é culpa dela, não é? Errado: Se não usar “gasolina” para criar uma situação de desconforto no “call center”, seu problema vai para o fim da fila e com certeza você terá que esperar sentado,

Portanto nunca esteve tão atual a expressão que intitula este “post”. Faça você mesmo o teste, tente resolver um problema em call center ou atendimento fisíco sem criar uma situação de desconforto e compare os resultados. Aguardo seus comentários aqui!

Para publicitários | Vem pra cá!

Como é fácil ser feliz!

Assista este clipe com a mente aberta e veja como é simples ser feliz.

Lista de Livros | 2009

Importante definir a lista dos próximos 5 livros a serem lidos dentro da meta dos 20.

  • A Bola de Neve – Warren Buffet
  • Neve 
  • Blackwater
  • Airman
  • Tom Sawyer